Ficha Programática da unidade curricular
Unidade curricular:
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COMPUTAÇÃO MÓVEL
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Docente:
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RUI SILVA
MOREIRA
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Grau
académico:
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DOUTOR
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Categoria Funcional:
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PROFESSOR
AUXILIAR
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Ciclo de Estudos:
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2º CICLO
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Curso:
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ENGENHARIA
INFORMÁTICA
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Semestre
curricular:
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1º SEMESTRE
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Ano
lectivo:
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2009-2010
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N.º total de ECTS:
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6
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N.º ECTS de Contacto:
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2,5
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Tipologia das aulas:
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As aulas
terão a natureza Teórico-Prática (TP)
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Avaliação: |
1 -
Avaliação contínua
O
método de avaliação da disciplina baseia-se no modelo da avaliação contínua e
compreende duas componentes: uma componente Teórico-Prática e uma componente Prática Não-Laboratorial resultante na sua maioria de trabalhos
realizados durante o semestre.
Componente
Teórico-Prática
A
componente teórico-prática tem um peso de
50% na classificação final da disciplina. A avaliação da componente
teórico-prática realiza-se de forma contínua durante as aulas teórico-práticas,
e inclui os seguintes elementos de avaliação:
·
Dois testes de
avaliação individual:
incidem sobre os conhecimentos leccionados até ao momento em que são realizados. Cada teste possui um peso de 45% na classificação final. Um teste realiza-se a meio do semestre
e o outro no fim do semestre (em data a combinar com os alunos). Os testes
englobarão um conjunto de perguntas de escolha múltipla (havendo desconto de
25% por cada resposta errada), de verdadeiros/falso (aplicando-se um desconto
de 50% por cada resposta errada) e algumas perguntas de desenvolvimento.
·
Desempenho nas aulas
TP:
esta componente procurará avaliar a assiduidade (medida por folhas de presença)
e também a participação, o empenho nas aulas e o conhecimento demonstrado sobre
as tecnologias e os sistemas ubíquos e móveis. Este elemento possui um peso de 10% na classificação final.
Exige-se
uma nota mínima de oito (8) valores
nesta componente para que se possa ponderar com a classificação da componente
prática não-laboratorial para efeitos de cálculo da classificação final na
disciplina.
A
falta aos momentos de avaliação será convertida numa nota 0 (zero) para efeitos
de cálculo da classificação. Caso o aluno não fique aprovado, será remetido
para exame de recurso ou especial (seja trabalhador-estudante ou finalista),
desde que o aluno tenha obtido a aprovação na componente prática da disciplina
e cumprido o regime de assistência às aulas. Nas aulas teórico-práticas a assiduidade obrigatória é de 50%, de
acordo com o regulamento pedagógico da UFP.
A
classificação obtida na componente teórico-prática será, pois, obtida através
da seguinte expressão:
Nota da componente Teórico-Prática = 45% Teste 1 + 45% Teste 2 + 10%
Desempenho Aluno Aulas
Componente
Prática Não-Laboratorial
A
componente prática não-laboratorial tem um peso de 50% na classificação final da disciplina. A avaliação da
componente prática não-laboratorial realiza-se igualmente de modo contínuo
durante as aulas práticas não-laboratoriais e também pela realização de trabalhos/projectos.
Estes trabalhos/projectos serão realizados em grupo e implicarão a
experimentação de determinadas tecnologia e a especificação e prototipagem de
um sistema pervasivo sobre um tema proposto.
A avaliação da componente prática não-laboratorial
inclui os seguintes elementos de avaliação:
·
Sistema ubíquo e móvel: os alunos deverão
projectar um sistema ubíquo e móvel que deverão apresentar no final do semestre
(em data a especificar) em sala de aula. Para demonstrar a utilização e
substanciar a exequibilidade do sistema, este deverá ser (no todo ou em parte)
prototipado utilizando tecnologias já existentes. O resultado final deverá dar
origem a um artigo com os requisitos, arquitectura e funcionalidade do sistema
bem como das tecnologias utilizadas. Terá ainda que incluir uma revisão
bibliográfica exaustiva que demonstrem o conhecimento dos alunos acerca das
tecnologias e ferramentas utilizadas em sistemas ubíquos e móveis para o tema
concreto proposto. O artigo deverá ser entregue em formato electrónico, de
acordo com o modelo das revistas do IEEE (a
disponibilizar pelo docente) e possuir entre 4 a 6 páginas. Os alunos
terão que marcar presença em pelo menos 2 sessões de discussão/análise dos
trabalhos durante as horas de atendimento para acompanhamento do projecto e/ou
esclarecimento de dúvidas. Este elemento tem um peso de 40% na classificação final.
·
Desempenho nas aulas
PNL:
esta componente procurará avaliar a assiduidade (medida por folhas de
presença), a participação e o empenho nas aulas através da apresentação,
análise e discussão de vários artigos sobre sistemas e tecnologias ubíquas e
móveis. Poderá ainda ser pedido aos alunos para realizarem (nas aulas e em
casa) trabalhos práticos de aplicação e/ou configuração de sistemas, tecnologias
ou ferramentas utilizadas na construção de sistemas ubíquos e móveis. Estes
elementos serão distribuídos pelo semestre e possuem um peso de 60% na classificação final da
componente prática não-laboratorial.
A assiduidade às aulas práticas não-laboratoriais
deve ser no mínimo de 70%. Não há possibilidade de recurso ou época especial
para a componente prática não-laboratorial. A classificação obtida na
componente prática obtém-se através da seguinte expressão:
Nota da
componente Prática Não-Laboratorial = 40% Projecto Sistemas Ubíquo e Móvel +
60% Desempenho Aulas PNL
Classificação
final
A classificação final da disciplina obtém-se
através da seguinte expressão:
Nota
final = 50% Nota da Componente Teórico-Prática + 50% Nota da Componente Prática
Não-Laboratorial
Ao aluno, só será contabilizada a
classificação obtida na componente teórico-prática da disciplina se o aluno
tiver obtido uma classificação igual ou
superior a dez (10) valores na componente
prática. Caso contrário lança-se a nota negativa (da componente prática) em
pauta. De igual modo, exige-se uma nota
mínima de oito (8) valores na componente
teórico-prática para que se possa ponderar com a classificação da
componente prática não-laboratorial. Caso contrário lança-se a nota negativa
(da componente teórica) em pauta.
2 -
Exame de Recurso/Época Especial:
O exame de recurso/época especial é uma prova
excepcional que ocorre apenas no final do ano lectivo, no período previsto no
cronograma, e que apenas abrange a componente teórico-prática da disciplina,
incidindo sobre a totalidade da matéria teórico-prática incluída no programa da
disciplina, com a duração máxima, incluindo tolerância, de 90 minutos. O aluno
só se poderá submeter a este exame se tiver sido aprovado na componente prática
desta disciplina e tenha cumprido as assiduidades mínimas estabelecidas no
regulamento pedagógico. É exigida uma nota mínima que seja, pelo menos, igual
ao valor inferior da classificação, que num exame, dá acesso à oral, nesta
componente teórica da avaliação para que se possa ponderar com a nota da
componente prática para efeitos do cálculo da nota final. Esta prova destina-se
aos alunos que não obtiveram aprovação na componente teórico-prática da
disciplina, ou alunos em regimes especiais. Não existe qualquer possibilidade
de recurso à componente prática da disciplina.
A classificação final do aluno será calculada
utilizando a equação indicada acima na secção classificação final. A
classificação obtida no exame de recurso ou especial corresponderá à classificação
da componente teórica.
Este procedimento também se aplica às Épocas
de Trabalhador-Estudante e Finalista.
No caso de alunos com o estatuto de trabalhador-estudante, com
impossibilidade de presença num número significativo de aulas teórico-práticas,
a avaliação do desempenho em sala de aula será substituída por uma prova oral
em que o aluno deverá resolver um conjunto de problemas teórico-práticos
relacionados com o programa da disciplina. Sempre que se julgar necessário, o
docente poderá solicitar o desenvolvimento de trabalhos complementares (sob o
modo de apresentação oral ou escrita) de modo a melhor aferir o nível de
conhecimentos e
de competências alcançado pelo aluno.
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Objectivos da unidade curricular e competências a
atingir: |
A visão de Mark Weiser
sobre um mundo de computadores ubíquos e embebidos em praticamente todos os
objectos do dia a dia, fazendo por isso parte de todas a nossas tarefas, tem
vindo a tornar-se uma realidade. As redes, as plataformas e as aplicações sem
fios estão hoje cada vez mais presentes no nosso quotidiano. O rápido
desenvolvimento e proliferação destas tecnologias deve-se fundamentalmente aos
avanços nas comunicações sem fios (e.g., infravermelhos, Bluetooth, Wi-Fi,
etc.) assim como à evolução dos dispositivos electrónicos (e.g., portáteis,
PDAs, telemóveis, etc.) que são cada vez mais pequenos, rápidos, baratos e de
baixo consumo energético.
A conjugação do
aparecimento de redes de acesso ubíquo com considerável largura de banda e de
dispositivos móveis com razoável poder computacional fomenta o aparecimento de
aplicações e ambientes de computação ubíqua e móvel. Nesta disciplina
pretende-se que os alunos abordem em detalhe as normas, tecnologias,
arquitecturas e ferramentas actualmente propostas e aplicadas no âmbito das
redes e dos sistemas e aplicações ubíquas e móveis. Esta disciplina requer no
entanto que os alunos possuem noções básicas de redes de comunicações e
conhecimento/prática na utilização de ferramentas de desenvolvimento.
Assim, pretende-se que
os alunos consigam identificar os objectivos dos sistemas ubíquos e móveis bem
como caracterizar estes sistemas, exemplificando com alguns casos práticos a
sua natureza e utilidade.
Pretende-se ainda que
os alunos consigam enumerar e descrever as técnicas de codificação de sinais e
acesso a células de redes sem fios, e ainda caracterizar as tecnologias e
arquitecturas utilizadas na implementação de redes locais sem fios e redes de
sensores.
Por outro lado
pretende-se que os alunos sejam capazes de perceber os conceitos gerais sobre
pilhas de protocolos que estão na base das redes de comunicação, em particular
a tecnologia IP para redes móveis e os protocolos de routing mais utilizados em
redes ad hoc.
Um dos objectivos mais
importantes será também a percepção e aplicação dos conceitos e técnicas de
localização e contextualização geralmente utilizadas em sistemas ubíquos e
móveis. Pretende-se que os alunos consigam descrever as formas e/ou processos
de reconfiguração dinâmica de sistemas móveis como forma de adaptação tanto à
localização como ao contexto das aplicações e dos seus utilizadores.
Outro dos objectivos
igualmente importante será a capacidade para identificar e caracterizar os
requisitos que estão na base dos sistemas ubíquos e móveis, nomeadamente os
diferentes modos de funcionamento como forma de adaptação às condições de
energia limitada dos dispositivos móveis e às características das redes sem
fios mais abertas e dinâmicas e com largura de banda limitada.
No final do semestre os
alunos deverão ser capazes de manter um discurso informado e coerente sobre os
vários tipos de aplicações ubíquas e moveis existentes, a sua utilidade, bem
como conseguir identificar e compreender, em detalhe, as tecnologias que
suportam e permitem desenvolver estas aplicações.
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Conteúdos por unidade
lectiva e sua forma de execução pedagógica: |
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Conteúdos |
Horas Contacto |
Estudo Individual |
ECTS |
Bibliografia |
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(T+TP+P+L+TC+OT) |
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1. Introdução aos Sistemas Ubíquos e Móveis |
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1.1. Visão
histórica e definição |
10 |
16 |
1 |
[1],
[4], [5] |
|
1.2. Fundamentos,
características e objectivos |
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1.3. Análise de
projectos de sistemas ubíquos e móveis |
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|
2. Tecnologias de Comunicação sem Fios |
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|
2.1. Técnicas de
codificação de sinais |
6 |
8 |
0,5 |
[2],
[3], [6] |
|
2.2. Técnicas de
acesso aos canais de uma célula |
||||
|
2.3. Comunicações
sem fios (Wi-Fi, Bluetooth, ZigBee) |
||||
|
3. Protocolos e Redes Móveis |
|
|
|
|
|
3.1. Fundamentos sobre
pilhas de protocolos |
6 |
8 |
0,5 |
[3],
[8], [9], [10] |
|
3.2. Tecnologias
IP e Integração de serviços |
||||
|
3.3. Protocolos
de routing em redes ad hoc |
||||
|
4. Sistemas Baseados em Micro-controladores |
|
|
|
|
|
4.1. Plataforma
Arduino |
16 |
24 |
1,5 |
[19] |
|
4.1.1.
Arquitectura |
||||
|
4.1.2. Ambiente
de desenvolvimento |
||||
|
4.1.3. Linguagem
de programação |
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|
4.2. Percepção e
actuação |
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4.2.1
Entradas/saídas de dados |
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|
4.2.2 Integração
de sensores (temperatura, luz, etc.) |
||||
|
4.3. Comunicação
(ZigBee – Xbee) |
||||
|
5. Localização e Contextualização |
|
|
|
|
|
5.1. Detecção e
acompanhamento da localização |
16 |
22 |
1,5 |
[11],
[12], [13], [14], [15] |
|
5.2.
Anúncio/procura de recursos e serviços ubíquos e móveis |
||||
|
5.3. Descoberta e
percepção do contexto |
||||
|
5.4. Adaptação
dinâmica de sistemas móveis |
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|
6. Requisitos de Sistema |
|
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|
|
|
6.1.
Caracterização dos problemas nos sistemas ubíquos e móveis |
10 |
14 |
1 |
[16],
[17], [18] |
|
6.2. Modos de funcionamento
e poupança de energia |
||||
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6.3. Segurança e
privacidade em ambientes móveis |
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TOTAL |
64 |
92 |
6 156 |
|
Nota: Nº de ECTS = horas/26
Conteúdos-Horas-Contacto-Estudo
Individual–ECTS-Bibliografia
1. Introdução aos Sistemas Ubíquos e
Móveis-10-16-1-[1], [4], [5]
2. Tecnologias de Comunicação sem
Fios-6-8-0,5-[2], [3], [6]
3. Protocolos e Redes Móveis-6-8-0,5-[3],
[8], [9], [10]
4. Sistemas Baseados em
Micro-controladores-16-24-1,5-[19]
5. Localização e
Contextualização-16-22-1,5-[11], [12], [13], [14], [15]
6. Requisitos de Sistema-10-14-1-[16], [17],
[18]
|
Bibliografia: |
[1] G. Coulouris, J. Dollimore & T. Kindberg, Distributed Systems:
Concepts and Design, 4th Edition, Addison Wesley, 2005.
[2] W. Stallings, Wireless Communications & Networks. 2nd Edition,
Prentice Hall 2002.
[3] A. Tanenbaum, Computer Networks. 4nd Edition, Prentice Hall 2003.
[4] M. Weiser, The Computer for the Twenty-First Century. Scientific
American, Vol. 265, No. 3, September 1991, pp. 94-104.
[5] M. Satyanarayanan, Pervasive Computing: Vision and Challenges. IEEE
Personal Communications, Vol. 8, No. 4, August 2001.
[6] J. Haartsen, M. Naghshineh, J. Inouye, Bluetooth: Vision, Goals and Architecture.
Mobile Computing and Communications Review, Volume 1, Number 2, 1998.
[7] ZigBee Alliance, ZigBee Overview - Emerging Standards -Where Does
ZigBee Fit? URL: http://www.zigbee.org/en/resources (Julho 2005).
[8] C. Perkins,
[9] E. Royer and C. Toh, A review of current routing protocols for ad
hoc mobile wireless networks. IEEE Personal Communications, Vol. 6, No. 2,
April 1999, pp. 46-55.
[10] A. Campbell, J. Gomez, S. Kim, C-Y. Wan, Z. Turanyi and A. Valko,
Comparison of IP Micromobility Protocols. IEEE Wireless Communication, February
2002, pp 72-82.
[11] J. Hightower and G. Borriello, Location Systems for Ubiquitous
Computing. IEEE Computer, August 2001, pp 57-66.
[12] A. Harter, A. Hopper, P. Steggles, A. Ward and P. Webster, The
Anatomy of a Context-Aware Application. Wireless Networks, Vol. 8, No. 2-3,
March-May 2002, pp. 187-197.
[13] G. Chen and D. Kotz, A Survey of Context-Aware
[14] M. Korkea-aho, Context-Aware Applications Survey.
[15] B. Noble, System Support for Mobile, Adaptive Applications. IEEE
Personal Communications, February 2000, pp. 44-49.
[16] J. Jing, A. Helal and A. Elmagarmid, Client-Server Computing in
[17] J. Flinn and M. Satyarayanan, PowerScope: A Tool for Profiling the
Energy Usage of
[18] F. Stajano and R. Anderson, The Resurrecting Duckling: Security
Issues for Ad Hoc Wireless Networks. In: Proc. 7th International Workshop on
Security Protocols,
[19] Arduino -
Tutorials, http://arduino.cc/en/Tutorial/HomePage (2009).
Requisitos a serem cumpridos
para registo total dos ECTS:
A aprovação (nota final igual ou superior a dez valores) é
condição necessária, mas não suficiente, para creditar esta unidade curricular.
Para obter a creditação desta unidade curricular o aluno terá de garantir a
obtenção de todos os ECTS previstos para a unidade curricular. A atribuição dos
ECTS ao aluno não é dependente exclusivamente da assiduidade em sala de aula (obrigatoriamente assegurada a, pelo menos,
a 70% das aulas práticas laboratoriais e 50% das aulas teórico-práticas
leccionadas); ela é também decidida em função da assiduidade aos actos
pedagógicos programados pelo professor e da participação em seminários, eventos
culturais e científicos a definir pelo docente ou a coordenação da área
científica de Informática.
Os ECTS
previstos para o trabalho e estudo pessoal do aluno só lhe serão integralmente
atribuídos em função do desempenho demonstrado, nomeadamente no que respeita à
aquisição dos conhecimentos e competências visados por esta unidade curricular:
conhecimento efectivo da bibliografia indicada e demonstração do conhecimento
sobre sistemas ubíquos e móveis e da capacidade para compreender e explicar as
características técnicas e tecnologias que estão na base destes sistemas. O grau de desenvolvimento de conhecimentos bem como de
aquisição de competências nas áreas temáticas compreendidas no programa da
disciplina será avaliado de modo contínuo ao longo do semestre, quer em termos
do domínio dos conceitos teóricos que sustentam a análise e compreensão dede
sistemas ubíquos e móveis, quer em termos do domínio das tecnologias inerentes
a estes sistemas, quer ainda em termos de comunicação oral e escrita dos temas
e conceitos abordados.
Resumo: Apresentação dos objectivos, programa e método de avaliação. Introdução
aos sistemas ubíquos e móveis: fundamentos, características, objectivos e
exemplos de sistemas ubíquos e móveis. Tecnologias de codificação e acesso aos
canais de comunicação; Comunicações sem fios (Wi-Fi, Bluetooth e ZigBee); Protocolos e redes móveis: fundamentos sobre pilhas de protocolos,
tecnologias IP e integração de serviços, protocolos de routing em redes ad hoc.
Sistemas baseados em micro-controladores: plataforma Arduino, percepção
(sensores) e actuação no contexto, comunicação. Localização e
anúncio de serviços e recursos; contextualização e adaptação dinâmica de
sistemas móveis. Identificação e análise dos problemas e requisitos de sistema
para operação, gestão de energia e controlo de segurança em sistemas ubíquos e
móveis.
Abstract: Presentation of the goals, syllabus and evaluation methods.
Introduction to ubiquitous and mobile systems; Fundamentals, characteristics
and goals of mobile and ubiquitous systems. Coding and channel access
technologies; Wireless communications (Wi-Fi, Bluetooth and ZigBee); Mobile networks protocols:
protocol stacks, IP technologies and integration of services, routing protocols
for ad hoc networks. Systems based on micro-controllers: Arduino platform,
perception (sensors) and acting over the context, communications. Location and discovery of services and resources; context and dynamic
adaptation of mobile systems. Identification and analysis of the problems and
systems requirements for operation, energy management and security control in
ubiquitous and mobile systems.